"We're living in repetition
Content in the same old shtick again
Now the routine's turning to contention
Like a production line going over and over and over
Roller coaster
Now I cannot speak, I lost my voice
I'm speechless and redundant
'Cause I love you's not enough
I'm lost for words
Choreographed and lack of passion
Prototypes of what we were
Went full circle 'til I'm nauseous
Taken for granted now
Now I waste it, I faked it, I ate it, now I hate it
'Cause I cannot speak, I lost my voice
I'm speechless and redundant
'Cause I love you's not enough
I'm lost for words"
[Green Day - Redundant]
Simplesmente hilário. Simplesmente trágico. Simplesmente duvidoso. Simplesmente triste. Simplesmente amor. Simplesmente amigos. Simplesmente imposições. Simplesmente falsidades. Simplesmente insegurança. Simplesmente paixão. Simplesmente saudade. Simplesmente sonhos. Simplesmente vontades. Simplesmente vida. Simplesmente assim. Simplesmente simples.
Essa música e esse mini texto resumem todos os meus sentimentos atuais. Simplesmente isso.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
O professor está sempre errado
"O material escolar mais barato que exixte na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de 'barriga Cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um turista.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' o aluno.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!"
(Texto de: Jô Soares)
Pura verdadde. Quem nunca falou assim de um professor? Mas alguém já parou pra pensar nisso?
Eu parei e entendo perfeitamente o quanto um professor sofre para dar conta de todas as exigencias feitas por nós e, ainda, ter uma família.
Sendo assim, comecemos a encarar o professor de outra maneira, eles realmente MERECEM O NOSSO RESPEITO!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de 'barriga Cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um turista.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' o aluno.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!"
(Texto de: Jô Soares)
Pura verdadde. Quem nunca falou assim de um professor? Mas alguém já parou pra pensar nisso?
Eu parei e entendo perfeitamente o quanto um professor sofre para dar conta de todas as exigencias feitas por nós e, ainda, ter uma família.
Sendo assim, comecemos a encarar o professor de outra maneira, eles realmente MERECEM O NOSSO RESPEITO!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Abaixa o som!
Para se viver em sociedade é necessário, no mínimo, bom senso. O problema é que são poucas pessoas que o possuem. Bem, de acordo com a liberdade de expressão e escolha, todos têm o direito de escutar o que querem. Porém, não é necessário que todos que estão em volta escutem também.
Com a globalização, muitos estilos musicais nasceram e se desenvolveram. Dentre eles estão desde músicas que envolvem termos de baixíssimo calão até sons extremamente clássicos.
Hoje em dia o mais comum é que se escute, principalmente nas ruas e lugares públicos, músicas menos produzidas letrística e sonoramente que, mesmo assim, agradam a maior parte da população. Mas o problema é que não são exatamente todos que realmente gostam desses estilos. Isso acaba por gerar estres à essa parcela da população brasileira.
Como música, reconheço que os vários estilos são necessários pois existem diferentes pessoas com as mais diversas personalidades. Mas o que está em quetão, não só nesse textos, mas em vários locais, é a falta de respeito de alguns apreciadores que acham que todos os outros devem gostar da mesma música que eles julgam boa. Um exemplo disso são os cidadãos que escutam música, sem o fone de ouvido, dentro do ônibus, um local fechado onde se encontram os mais diversos gostos.
Imaginem só como seria o mundo se cada um ouvisse sua música no volume alto em qualquer lugar que fosse. E vamos combinar que, uma coisa é aumentar o rádio em casa, outra é sair na rua fazendo o maior barulho.
E, só esclarecendo, não são só os funqueiros e pagodeiros que fazem isso, como a maioria pensa e fala. Há também roqueiros e metaleiros que não têm o bom senso de usar o fone de ouvido. Porém, as duas primeiras categorias são as mais atuantes nesse processo.
Além de chato para os que nao curtem o estilo, a música torna-se um incomodo para quem quer estudar ou descansa, perdendo o seu propósito de ser. Mas isso não é só culpa da música de selulares, i-pods etc, é também dos carros de som que fazem as mais diversas propagandas.
Um bom exemplo disso vejo no cursinho, aos sábados, onde 90 alunos tentam escutar o professor e se concentrar na matéria e carros fazendo propagandas passam na rua durante todo o dia. Outra situação se passa às noites enquanto as pessoas, cansadas do dia corrido, tentam descansar em suas casas e alguns grupos de arruaceiros passam pela rua gritando e com música tocando no volume mais alto que o alto-falante suporta.
E, por mais que as pessoas digam que não, todos um dia já sofreram ou ainda sofrem com esse fato. Então, proponho que obom senso volte a ser fundamental à educação de um cidadão para que esse problema seja resolvido.
Então, a todos que se encaixam nos grupos barilhentos inconvenientes, virem adeptos ao fone de ouvido ou, por gentileza, ABAIXA O SOM!
Com a globalização, muitos estilos musicais nasceram e se desenvolveram. Dentre eles estão desde músicas que envolvem termos de baixíssimo calão até sons extremamente clássicos.
Hoje em dia o mais comum é que se escute, principalmente nas ruas e lugares públicos, músicas menos produzidas letrística e sonoramente que, mesmo assim, agradam a maior parte da população. Mas o problema é que não são exatamente todos que realmente gostam desses estilos. Isso acaba por gerar estres à essa parcela da população brasileira.
Como música, reconheço que os vários estilos são necessários pois existem diferentes pessoas com as mais diversas personalidades. Mas o que está em quetão, não só nesse textos, mas em vários locais, é a falta de respeito de alguns apreciadores que acham que todos os outros devem gostar da mesma música que eles julgam boa. Um exemplo disso são os cidadãos que escutam música, sem o fone de ouvido, dentro do ônibus, um local fechado onde se encontram os mais diversos gostos.
Imaginem só como seria o mundo se cada um ouvisse sua música no volume alto em qualquer lugar que fosse. E vamos combinar que, uma coisa é aumentar o rádio em casa, outra é sair na rua fazendo o maior barulho.
E, só esclarecendo, não são só os funqueiros e pagodeiros que fazem isso, como a maioria pensa e fala. Há também roqueiros e metaleiros que não têm o bom senso de usar o fone de ouvido. Porém, as duas primeiras categorias são as mais atuantes nesse processo.
Além de chato para os que nao curtem o estilo, a música torna-se um incomodo para quem quer estudar ou descansa, perdendo o seu propósito de ser. Mas isso não é só culpa da música de selulares, i-pods etc, é também dos carros de som que fazem as mais diversas propagandas.
Um bom exemplo disso vejo no cursinho, aos sábados, onde 90 alunos tentam escutar o professor e se concentrar na matéria e carros fazendo propagandas passam na rua durante todo o dia. Outra situação se passa às noites enquanto as pessoas, cansadas do dia corrido, tentam descansar em suas casas e alguns grupos de arruaceiros passam pela rua gritando e com música tocando no volume mais alto que o alto-falante suporta.
E, por mais que as pessoas digam que não, todos um dia já sofreram ou ainda sofrem com esse fato. Então, proponho que obom senso volte a ser fundamental à educação de um cidadão para que esse problema seja resolvido.
Então, a todos que se encaixam nos grupos barilhentos inconvenientes, virem adeptos ao fone de ouvido ou, por gentileza, ABAIXA O SOM!
domingo, 12 de junho de 2011
Uma história portuguesa
"Nasci em Portugal, em uma fazenda. Naquela época, contavaminha mãe, Portugal era dividido em Comarcas, como aqui hoje existem os municípios. Essa cidade onde nasci se chamava Comarca COnselho da Guarda. Lembro-me pouco, mas minha mãe, Generosa Saraiva, dizia que meu pai, Salvador Máximo, veio para o Brasil uns dois meses antes pois as condições em Portugal já não eram favoráveis com 5 filhos: eu, com 5 anos, dois irmãos de 7 e 9 anos e duas irmãs de 3 e 1 ano.
Faltava trabalho. O que se ouvia em Portugal era que 'o Brasil é bom pra se viver'. Tinha várias oportunidades, pois era um país rico, em crescimento, e com pouca gente trabalhando.
Então, 2 meses depois d vinda de meu pai, ele nos mandou dinheiro para comprar passagens. Eu era pequena, mas lembro que as malas se resumiam em algumas roupas nossas e algumas panelas.
Dormimos naquela noite em Lisboa, de onde partiria nosso navio no dia seguinte. Me lembro que, mesmo com 5 aninhos, fiquei encantada com a cidade linda e todos aqueles navios. Para embarcar chorei muito pois um marinheiro me pegou no colo e subiiu por uma escada de corda por trás do navio. Tinha muita gente: homens, mulheres e crianças. Lá ficamos por 15 dias e 15 noites.
Em umas dessas noites acordamos com muito sapitos da buzina do navio inglês chamado Urânia. Lembro de ver até os homens chorando, um pouco de água no chão e todos falavam de nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora da Conceição. Minha mãe, com minha irmãzinha no colo, rezava muito com o terço na mão. Quando eu já era maiorzinha, minha mãe me contou que tinha furado o casco do navio e, com muita 'LIDA' (trabalho), conseguiram consertar. Eles fecharam as portas para que a áua não fosse para a parte de cima e o casco foi concertado.
Chegamos no porto de Santos em 1926, em meados do mês de Agosto. Meu pai nos esperava e nos trouxe para morar em um sobrado, na Vila Camponesa, onde hoje é o Km 18 da Via Anchieta, bem ali na rotatória. Minha mãe saía cedo para vender ovos e frango, onde hoje é Piraporinha, minha irmã menos ficava com uma vizinha meio longe, meus dois irmãos iam para a escola, meu pai trabalhava fazendo estradas por São Bernardo e eu, com 5 anos, ficava em casa cuidando da minha irmã de 3.
Tudo melhorou muito quando, no ano seguinte, meu pai arrumou um trabalho com os gados na fazenda do Doutor Baeta Neves e fomos morar lá. Dr Baeta Neves fazia consultas de graça para as pessoas e para os trbalhadores. Todo dia dava leite e alguns alimentos para meu pai, fora o pagamento do mês.
Aqui cresci, casei, tive meus filhos, netos, bisnetos e tataranetos. Quando me perguntam, sempre digo que sou brasileira, pois, como meu pai dizia: 'aqui é bom pra se viver'."
Margarida Máximo Garcia, minha bisavó. Nasceu em portugal no dia 9 de novembro de 1921 e falesceu aqui mesmo, no Brasil, no dia 23 de dezembro de 2008. Tinha milhões de histórias para contar e assumiu esse país com o coração.
Eternas saudades de sua bisneta. Sam.
E, assim como ela, ainda existem, hoje, muitos senhores que participaram da construção do nosso país e que realmente querem e gostam de contar suas histórias. Escute-as pois são interessantes e, quando eles se forem, as histórias também irão. É nosso dever passá-las para frente pois o Brasil não nasceu do nada!
Faltava trabalho. O que se ouvia em Portugal era que 'o Brasil é bom pra se viver'. Tinha várias oportunidades, pois era um país rico, em crescimento, e com pouca gente trabalhando.
Então, 2 meses depois d vinda de meu pai, ele nos mandou dinheiro para comprar passagens. Eu era pequena, mas lembro que as malas se resumiam em algumas roupas nossas e algumas panelas.
Dormimos naquela noite em Lisboa, de onde partiria nosso navio no dia seguinte. Me lembro que, mesmo com 5 aninhos, fiquei encantada com a cidade linda e todos aqueles navios. Para embarcar chorei muito pois um marinheiro me pegou no colo e subiiu por uma escada de corda por trás do navio. Tinha muita gente: homens, mulheres e crianças. Lá ficamos por 15 dias e 15 noites.
Em umas dessas noites acordamos com muito sapitos da buzina do navio inglês chamado Urânia. Lembro de ver até os homens chorando, um pouco de água no chão e todos falavam de nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora da Conceição. Minha mãe, com minha irmãzinha no colo, rezava muito com o terço na mão. Quando eu já era maiorzinha, minha mãe me contou que tinha furado o casco do navio e, com muita 'LIDA' (trabalho), conseguiram consertar. Eles fecharam as portas para que a áua não fosse para a parte de cima e o casco foi concertado.
Chegamos no porto de Santos em 1926, em meados do mês de Agosto. Meu pai nos esperava e nos trouxe para morar em um sobrado, na Vila Camponesa, onde hoje é o Km 18 da Via Anchieta, bem ali na rotatória. Minha mãe saía cedo para vender ovos e frango, onde hoje é Piraporinha, minha irmã menos ficava com uma vizinha meio longe, meus dois irmãos iam para a escola, meu pai trabalhava fazendo estradas por São Bernardo e eu, com 5 anos, ficava em casa cuidando da minha irmã de 3.
Tudo melhorou muito quando, no ano seguinte, meu pai arrumou um trabalho com os gados na fazenda do Doutor Baeta Neves e fomos morar lá. Dr Baeta Neves fazia consultas de graça para as pessoas e para os trbalhadores. Todo dia dava leite e alguns alimentos para meu pai, fora o pagamento do mês.
Aqui cresci, casei, tive meus filhos, netos, bisnetos e tataranetos. Quando me perguntam, sempre digo que sou brasileira, pois, como meu pai dizia: 'aqui é bom pra se viver'."
Margarida Máximo Garcia, minha bisavó. Nasceu em portugal no dia 9 de novembro de 1921 e falesceu aqui mesmo, no Brasil, no dia 23 de dezembro de 2008. Tinha milhões de histórias para contar e assumiu esse país com o coração.
Eternas saudades de sua bisneta. Sam.
E, assim como ela, ainda existem, hoje, muitos senhores que participaram da construção do nosso país e que realmente querem e gostam de contar suas histórias. Escute-as pois são interessantes e, quando eles se forem, as histórias também irão. É nosso dever passá-las para frente pois o Brasil não nasceu do nada!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Uma questão de honra!
Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!"
Acho que não é necessário dizer mais nada né?
É só começarmos a questionar mais e zelar pelo nosso poder de raciocínio, sem deixar que sejamos manipulados pelos meios de comunicação, que, realmente, só mostram o que lhes é útil. Esse texto não foi divulgado por razões obvias, mas é nosso dever torná-lo conhecimento da maior parte das pessoas que têm orgulho de ser BRASILEIRO!
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!"
Acho que não é necessário dizer mais nada né?
É só começarmos a questionar mais e zelar pelo nosso poder de raciocínio, sem deixar que sejamos manipulados pelos meios de comunicação, que, realmente, só mostram o que lhes é útil. Esse texto não foi divulgado por razões obvias, mas é nosso dever torná-lo conhecimento da maior parte das pessoas que têm orgulho de ser BRASILEIRO!
terça-feira, 7 de junho de 2011
(♫)Carta II
V.K.
Alguns podem até dizer que não, mas eu ainda me lembro do começo...
Todos me viraram as costas e você me ajudou, me apoiou. Você foi meu amigo. Qualquer coisa podia me fazer triste e você me alegrava. Nós conversávamos, trocavamos segredos, ideias, conversas que não tinham fundamentos. Estavamos juntos todas as manhãs. Eramos um a companhia do outro. Mesmo em um grupo de meninos você me considerava, me ajudava, ria comigo e fazia brincadeiras.
Um dia, tudo mudou. Seinceramente ainda hoje não sei o porque. A partir daquele momento você já não conversava mais comigo, já não me fazia rir, não se importava se eu estava bem ou não. A minha presença ao seu lado já não fazia mais diferença. Eu coloquei tudo a ptova sendo sua amiga: meus outros amigos, meus deveres, minha felicidade. Mesmo muito magoada com o que você fez eu adimito que você é uma pessoa cativante, extremamente doce, meiga e um ótimo amigo, quando você quer.
Até hoje não acredito que melhores amigos podem se tornar inimigos. Mas no nosso caso, foi quase isso. Realmente nunca vou esquecer você ter me trocado por meninas raparigas, galinhas e com tanta maquiagem na cara que se der um tapa fica um rombo. Não por ciúme pois eu sei que dá pra ser amigo dos dois lados. Mas pelo fato de elas não gostarem de mim e você acreditar nas fofocas que elas faziam sobre mim. Isso foi a única coisa que me deixou magoada.
Ainda assim, fui sua amiga. Te apoiei, ajudei nas horas que você precisava, pedi descupas por erros que eu não cometi. Tudo o que eu podia ter feito para que voltássemos a ser como eramos antes eu fiz, mesmo você continuando a me ignorar. E, você sabe muito bem disso, quando começavamos uma discussao sobre isso você simplesmente virava a cara e não me respondia mais.
Esses dias tentei conversar com você novamente para que nossa "amizade" não ficasse no clima que estava. Novamente, você não deu atenção.
Depois disso, eu juro, nunca mais tento nem uma reconciliação com você. Foi por sua causa que eu adiquiri essa dificuldade imensa de amar alguém. Foi por sua causa que muitas pessoas passaram a me odiar: "olha, ela, amiga do K..." eu, sinceramente, não ligava. Agora, não vou mais perder meu tempo com você nem com assuntos que lhe digam respeito. Não me interessa mais se você sofre ou não, se é feliz ou não, se aprendeu a tocar algo novo ou não.
Quando eu chamo alguém de amigo, eu sou leal a essa pessoa e faço de tudo para que ela seja feliz e consiga o que ela deseja. Eu espero isso dos outros também e achava que você seria assim. Por você eu chorei, eu briguei, eu magoei, eu ri e eu lutei. Porém, hoje vejo que você só tinha interesses em mim, só queria se gabar e falar que tinha eu como amiga. Vejo que você nao merece nem metade de tudo o que eu fiz por você! Se eu visse isso naquele tempo, com certeza teria te dado as costas como você me deu.
Hoje, que já nao te vejo mais, estou muito felis. Já não choro, não brigo, não magoo e não me deprimo. Se eu voltar a te encontrar em algum lugar, te cumprimentarei, pois eu sei que sou uma pessoa educada. Mas amizade comigo, você já não merece mais.
Alguns podem até dizer que não, mas eu ainda me lembro do começo...
Todos me viraram as costas e você me ajudou, me apoiou. Você foi meu amigo. Qualquer coisa podia me fazer triste e você me alegrava. Nós conversávamos, trocavamos segredos, ideias, conversas que não tinham fundamentos. Estavamos juntos todas as manhãs. Eramos um a companhia do outro. Mesmo em um grupo de meninos você me considerava, me ajudava, ria comigo e fazia brincadeiras.
Um dia, tudo mudou. Seinceramente ainda hoje não sei o porque. A partir daquele momento você já não conversava mais comigo, já não me fazia rir, não se importava se eu estava bem ou não. A minha presença ao seu lado já não fazia mais diferença. Eu coloquei tudo a ptova sendo sua amiga: meus outros amigos, meus deveres, minha felicidade. Mesmo muito magoada com o que você fez eu adimito que você é uma pessoa cativante, extremamente doce, meiga e um ótimo amigo, quando você quer.
Até hoje não acredito que melhores amigos podem se tornar inimigos. Mas no nosso caso, foi quase isso. Realmente nunca vou esquecer você ter me trocado por meninas raparigas, galinhas e com tanta maquiagem na cara que se der um tapa fica um rombo. Não por ciúme pois eu sei que dá pra ser amigo dos dois lados. Mas pelo fato de elas não gostarem de mim e você acreditar nas fofocas que elas faziam sobre mim. Isso foi a única coisa que me deixou magoada.
Ainda assim, fui sua amiga. Te apoiei, ajudei nas horas que você precisava, pedi descupas por erros que eu não cometi. Tudo o que eu podia ter feito para que voltássemos a ser como eramos antes eu fiz, mesmo você continuando a me ignorar. E, você sabe muito bem disso, quando começavamos uma discussao sobre isso você simplesmente virava a cara e não me respondia mais.
Esses dias tentei conversar com você novamente para que nossa "amizade" não ficasse no clima que estava. Novamente, você não deu atenção.
Depois disso, eu juro, nunca mais tento nem uma reconciliação com você. Foi por sua causa que eu adiquiri essa dificuldade imensa de amar alguém. Foi por sua causa que muitas pessoas passaram a me odiar: "olha, ela, amiga do K..." eu, sinceramente, não ligava. Agora, não vou mais perder meu tempo com você nem com assuntos que lhe digam respeito. Não me interessa mais se você sofre ou não, se é feliz ou não, se aprendeu a tocar algo novo ou não. Quando eu chamo alguém de amigo, eu sou leal a essa pessoa e faço de tudo para que ela seja feliz e consiga o que ela deseja. Eu espero isso dos outros também e achava que você seria assim. Por você eu chorei, eu briguei, eu magoei, eu ri e eu lutei. Porém, hoje vejo que você só tinha interesses em mim, só queria se gabar e falar que tinha eu como amiga. Vejo que você nao merece nem metade de tudo o que eu fiz por você! Se eu visse isso naquele tempo, com certeza teria te dado as costas como você me deu.
Hoje, que já nao te vejo mais, estou muito felis. Já não choro, não brigo, não magoo e não me deprimo. Se eu voltar a te encontrar em algum lugar, te cumprimentarei, pois eu sei que sou uma pessoa educada. Mas amizade comigo, você já não merece mais.
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